Senta que lá vem história: um curso de storytelling pode salvar sua apresentação

Gestos, grunhidos e expressões: antes mesmo de criarmos a fala, os homens das cavernas já estavam lá,  dando um jeito de se comunicar por meio da linguagem rudimentar. Somos, desde os primórdios, movidos por histórias. Quando bem contadas, aliás, elas podem nos levar longe. E embora criar uma narrativa eficaz — que envolva e entregue a mensagem principal — possa parecer um tanto desafiador, é uma habilidade que pode ser aprendida (e treinada). Neste cenário, os cursos de Storytelling, que ganharam o coração do mundo corporativo, vêm potencializar as mensagens que queremos transmitir. 

Mais do que encontrar um estilo singular e eficaz de se comunicar, esse tipo de técnica também pode ajudar você a olhar sob uma nova perspectiva as apresentações de trabalho na sua empresa. Com ele, você consegue identificar mais rápido aquelas situações-problema (as famosas ciladas!) que te levam direto para o fracasso na hora de se conectar com o seu público-alvo.

Arsenal de gatilhos de atenção com curso de storytelling

Todo ano, o Prezi realiza uma pesquisa com profissionais do mundo inteiro, buscando compreender como anda o State of Attention por aí. Essa análise verifica a forma como as pessoas se dedicam a prestar atenção nos conteúdos que consomem no ambiente de trabalho, seja em reuniões ou na leitura de materiais técnicos.

No relatório do último ano, encontramos insights interessantes que nos ajudam a entender por que o storytelling é tão importante em apresentações corporativas.

Neste sentido, há um dado relevante sobre os Millennials, que compõem boa parte da força de trabalho mundial atualmente: 90% dos profissionais entrevistados nessa faixa geracional reconhecem que dispersaram a sua atenção com facilidade nas últimas apresentações corporativas ou pitches aos quais assistiram. E mais de um terço desses mesmos profissionais disseram que só se sentem obrigados ao engajamento com o conteúdo, se conseguirem identificar no material uma grande história ou tema a ser consumido. Já 82% acreditam que recursos visuais são eficazes para manter a audiência engajada.

E sobre as outras gerações? Aqui, o storytelling assume uma conexão entre várias idades. Afinal, a pesquisa constatou que 55% de todos os profissionais entrevistados, em todas as faixas etárias, reconhecem que o seu foco é capturado diante de uma grande história.

Como o próprio nome diz, o storytelling é um processo. Se isolarmos o “telling” (“contando”, em tradução livre para o português) da expressão, podemos imaginar que estamos diante de um ato contínuo e em movimento, o que requer técnicas para que a roda não pare de girar. E é em um curso de storytelling que somos capazes de aprender a desenvolver esse mindset em relação ao conteúdo que queremos para as nossas apresentações.

Tal aprendizado também ajuda a compreender de que forma recursos técnicos e de retórica ajudam o apresentador a se sentir proprietário de um arsenal de gatilhos de atenção no bolso. Alguns desses artifícios para prender a audiência e se desviar dos erros que mais prejudicam uma apresentação corporativa, você confere a seguir.

Storytelling sem roteiros: a armadilha do “quem sabe faz ao vivo”

Toda interação humana requer muito jogo de cintura e espontaneidade. É preciso saber ler o ambiente e criar uma relação afetiva com o público a partir de um primeiro contato receptivo, que pode exigir alguns “quebra-gelos” para criar uma conexão calorosa. 

Mas, se essas situações exigem um pouco de naturalidade e de feeling sobre o ambiente ao seu redor, sustentar toda a apresentação a partir de improvisos pode resultar em muito erros. Dessa forma, perdemos não apenas a atenção como também a credibilidade com o nosso público. Quem sabe realmente faz ao vivo, mas amparado por um roteiro, com o planejamento feito e revisado diversas vezes.

Um espetáculo longo e sem atos = uma história confusa e sem plateia

Toda boa história tem um começo, meio e fim. Em reuniões corporativas, é muito comum o foco em apresentar metas e resultados, sem pensar no contexto em que os números estão situados. Aqui, podemos identificar duas consequências:

  1. Uma apresentação fria e pouco cativante: o público não consegue estabelecer pontos de empatia ou de identificação com os seu conteúdo e você corre o risco de perder a sua atenção. 
  2. O público perde o fio da meada: é a famosa história que não chega a lugar algum. O público não consegue agregar as informações em blocos e desiste de entender a sua mensagem.

Em um curso de storytelling, lidamos com o começo como em uma tese, um lugar introdutório em que contamos para que viemos. Já no meio da nossa apresentação, o espaço é para o desenvolvimento da história, no qual, a partir de um arco narrativo, apresentamos os heróis da nossa narrativa. Por fim, a antítese, ou a conclusão, fecha o arco e apresenta a mensagem final que desejamos que fique na memória do público. 

Pense em um filme de super heróis e quais são as estruturas básicas que mantêm você, enquanto espectador, atento e torcendo o tempo todo pelo seu herói. É a relação que precisamos estabelecer com a audiência.

Fuja do previsível

É muito importante assumir uma naturalidade confortável para o público, fazendo-o ter a sensação de que vocês se conhecem de outra vida. Quem não gosta de estar diante de um apresentador que parece que sabe falar a nossa língua e mostra um conteúdo que se encaixa perfeitamente ao que queríamos ouvir?

Mas, além disso, a verdade é que também temos um certo instinto natural para criar apegos com surpresas. E uma apresentação monótona, com recursos visuais repetitivos e sequências de narrativas previsíveis, frustram a plateia e, de quebra, ainda desconecta sua atenção.

No curso de storytelling, aprendemos métodos que ajudam a impactar a audiência para que ela se sinta provocada à ação logo após o último slide. Um engajamento que conseguimos a partir de recursos visuais instigantes e de um roteiro cativante para a nossa história.

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